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Revista TRANSFORMAR

CONTEXTO

A revista TRANSFORMAR foi desenvolvida como proposta para a disciplina de Design Editorial na graduação em Design Digital da Universidade Federal de Pelotas, tendo como objetivo a divulgação de tecnologias sociais transformadoras.

É considerada uma tecnologia social todo produto, método, processo ou técnica criada para solucionar um problema social. Assim, onde existem necessidades reais, as tecnologias sociais são a ponte para a solução do problema. Isso quer dizer que este tipo de iniciativa pode ser empregada em qualquer local, desde que atenda alguns requisitos: baixo custo, simplicidade, fácil aplicabilidade (e replicabilidade) e impacto social comprovado.

As tecnologias sociais podem originar-se no seio de uma comunidade ou no ambiente acadêmico. Podem, ainda, aliar os saberes populares e os conhecimentos técnico-científicos. O que importa, essencialmente, é que a sua eficácia possa ser alcançada ou repetida por outras pessoas, permitindo que o desenvolvimento seja multiplicado entre as populações atendidas, e assim melhorar a sua qualidade de vida. São numerosos os exemplos de tecnologia social, indo do clássico soro caseiro até às cisternas de placas pré-moldadas que atenuam o problema da seca, passando pela oferta de microcrédito, ou ainda pelos Encauchados de Vegetais da Amazônia, que geram renda para populações indígenas e seringueiros, ao agregar valor à borracha nativa, entre outros.

A REVISTA

No planejamento, como forma de permitir maior aprofundamento do tema e conexão entre as matérias publicadas, apenas dois temas seriam explorados em cada edição mensal. Cada tema possui uma cor correspondente e reproduz a identidade tanto na capa quanto no miolo, onde apresenta uma tag em forma de chapéu no início da matéria.

 

Ao contrário da maioria das publicações que apresenta a assinatura do autor logo após o título, a revista TRANSFORMAR apresenta a assinatura no fim das matérias pois segue um conceito budista, que ressalta a importância da leitura sem preconceitos e que o conteúdo deve ser mais importante que o autor, corroborando também com o fluxo “ler-interessar-buscar” ao facilitar a lembrança de pontos chaves para a pesquisa posterior.